
Charles Lloyd anda, desde os anos 50, a fazer experiências jazzísticas com aquilo a que hoje chamamos músicas do mundo. A criatividade pulsante e a audácia de desbravar novos caminhos levou-o a trabalhar com figuras como BB King, Bobby Bland, Chico Hamilton, Coltrane, Mingus, Miles Davis ou Keith Jarrett.
Esteve ausente dos olhares públicos durante vários anos, para regressar em força em 1986, depois de uma doença grave. Talvez por isso o saxofonista de Memphis diga também que "a música é uma força que cura".
A propósito de "Sangam", de 2006, a "All About Jazz" falou de Lloyd como um "intocável". Quanto ao álbum, foi colocado pela revista no prestigiado e mui restrito patamar dos clássicos instantâneos.
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